Caparica Primavera Surf Fest celebra os clássicos nas ondas e no palco

Museu do Surf
Rebeldes nas ondas e no palco. A Surf Village está montada e à tua espera! Foto: Divulgação


Press release - Desde que surgiu, o rock foi sempre uma das mais vigorosas manifestações de contracultura, uma forma perfeita para os mais jovens afirmarem a sua identidade. Nesse aspeto, são muitos os pontos de contacto com a cultura do surf, que foi sempre habitat de eleição de mentes criativas e irreverentes.

 

Também no Surf nada mais clássico que o LongBoard e até, porque não, o LongBoard. o Bodysurf onde tudo nasceu! e para afirmar o classicismo ,nasce o Museu do Surf na Caparica!

 

Há, claro, no programa do Caparica Primavera Surf Fest espaço para vibrações rock mais clássicas, que apelam na perfeição a essas tais almas criativas e irreverentes, que gostam de olhar para o mundo de cima de uma prancha de surf.

 

Sean Riley & The Slowriders, Frankie Chavez ou The Black Mamba, três dos 19 nomes no cartaz do Caparica Primavera Surf Fest, que se apresentam ao vivo nos próximos dias 24 e 25 de Março, levarão para o palco alguma dessa aura de rebeldia clássica que sempre fez as glórias do rock. Sean Riley evoca nas suas músicas as paisagens das autoestradas infinitas que cruzam a América, Frankie Chavez parece fazer música que se encaixa na ideia de sol e de Califórnia e a soul dos The Black Mamba remete-nos para as grandes cidades. Todos eles possíveis bandas sonoras para o espírito rebelde do melhor surf.

 

Frankie Chavez e as malhas do surf

 

Em nome próprio, tudo começou para Frankie Chavez em 2010, com a edição de um ep homónimo. Family Tree, o álbum de estreia, surgiu em 2011. Depois veio muita estrada, inúmeros concertos, onde é sempre impossível ficar indiferente à sua força de interpretação e à técnica primorosa que prova ter na guitarra. Os discos são um veículo importante para as criações de Frankie Chavez, mas é no palco que este músico realmente brilha, sem rede e sem truques. Mas cheio de alma.

 

Sean Riley: estilo clássico

 

Tudo começou em 2007 com a edição de Farewell, trabalho com onze belíssimas canções que projetaram Sean Riley & The Slowriders como autores de uma das melhores estreias discográficas da história da música produzida em Portugal. A fasquia elevou-se para o segundo disco – um inspirado Only Time Will Tell que a crítica não hesitou em aplaudir e que a banda tratou de sustentar com grandes prestações ao vivo. Seguiu-se a edição nacional de It's Been A Long Night, um disco cheio de luz em que o grupo se permitiu absorver todas as referências que povoam o seu imaginário artístico. Depois de 3 anos afastados dos palcos para prosseguirem projetos paralelos, 2016 marcará o regresso aos discos de originais.

 

The Black Mamba e a soul em estado puro

 

The Black Mamba é sinónimo de soul, de funk, de suor, de sensualidade, de festa. Trata-se de uma banda que tem no palco o seu habitat natural, pelo que cada concerto é sempre um acontecimento. Tudo começou em 2010, quando Pedro Tatanka, Ciro Cruz e Miguel Casais se encontraram. The Black Mamba, nome que batiza o trio e o disco da estreia de 2012, foi a inspiração encontrada para em conjunto provarem do seu próprio veneno. "It Ain´t You" foi o primeiro single que teve reconhecimento imediato por parte das rádios. Agora, para 2016, há a digressão acústica onde as canções do grupo ganham novas nuances. A verdade é que esta Black Mamba não sabe estar parada.

 

A prova mais clássica do Surf está de volta e com ela, Ruben Silva

 

Ruben Silva é um dos nomes mais conceituados do Longboard nacional e quer, depois de um ano de 2015 "a meio gás", regressar em força à modalidade em que se sagrou campeão nacional em 2012. Dia 25 de Março, estará no Caparica Primavera Surf Fest, para a primeira etapa do Nacional da modalidade.

 

Um regresso temperado com alguma prudência, notória nas suas palavras: "O ano passado não fiz o circuito em pleno e faltei a algumas etapas; este ano quero, antes de mais, sentir como está o nível na água."

 

Afinal, apesar de ir dizendo que está "mais maduro" e que "tolera melhor as derrotas", o longboarder assume: "Depois de conhecermos a vitória é mais difícil, mas, mesmo assim, posso dizer que vou de mente aberta e sem expectativas. Mas nunca entro para perder."

 

Caparica vai ter museu do surf. Um Clássico que apadrinhamos desde a primeira hora!

 

O Caparica Primavera Surf Fest vai apadrinhar o nascimento do Museu do Surf, dia 26 de Março, numa iniciativa da recém-criada Associação da História e do Museu do Surf.

 

O acervo do Museu do Surf será formado por material técnico, objetos, imagens e/ou informação de todo o tipo, relacionados com o Surf e outras modalidades de ondas.

 

O Museu do Surf funcionará no piso superior da Loja do Lufi, com entrada gratuita ao público.

 

Bodysurf- talvez tenha sido a base do Surf!?

 

O bodysurf estará presente no Caparica Primavera Surf Fest como uma espécie de paradoxo no panorama do surf nacional: é a forma mais primitiva de deslizar numa onda e ao mesmo tempo está agora a dar os primeiros passos enquanto modalidade organizada em Portugal.

 

No Caparica Primavera Surf Fest o bodysurf será suportado pela Ahua, marca recentemente formada pelo arquiteto e surfista Nuno Mesquita, e trará algumas surpresas, entre as quais, o troféu mais funcional de todo o festival: uma "handplane" fabricada propositadamente para o efeito, em cortiça, que é o protótipo de toda uma nova linha lançada pela marca.

 

Um troféu muitíssimo cobiçado por todos os que participarem na Expression Session de dia 25 de Março mas que, quase seguramente, não passará muito tempo na prateleira do vencedor.

 

Consulta toda a programação desportiva e musical em:
https://www.facebook.com/caparicaprimaverasurffest

http://www.caparica-primaverasurffest.pt


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