Estatuto editorial

Dando cumprimento ao estabelecido no nº 1 do artigo 17º da Lei 2/99, de 13 de Janeiro, Lei da Imprensa, publica-se o Estatuto Editorial da publicação periódica SURFPortugal e respetivas extensões de marca.

 

1- A SURFPortugal, revista e respetivas extensões digitais é uma marca de media dedicada ao surf e a outros desportos praticados em ondas, bem como aos estilos de vida associados a estas modalidades, publicando regularmente artigos, reportagens e colunas de opinião que abordam os temas relacionados com estes desportos nas suas mais variadas vertentes: competição, prática recreativa, viagens, história e cultura, exploração, comportamento, ambiente, organização institucional, saúde, indústria e produtos técnicos.

 

2- A SURFPortugal assume desde a sua fundação o compromisso de acompanhar o desenvolvimento do surf português, registando e reportando as principais etapas desse processo e os momentos mais importantes da sua história. Procurando contribuir para definir os contornos de uma identidade própria para o surf português, a SURFPortugal defende um paradigma de evolução que não recusa os bons exemplos deixados por países em estágios mais evoluídos dos desportos de ondas.

 

3- A SURFPortugal rege-se pela aplicação das mais elementares regras do código deontológico do jornalista, retratando os factos com isenção e defendendo a pluralidade de opiniões e pontos de vista sobre os assuntos abordados editorialmente, não se coibindo, no entanto, de abraçar causas onde clara e inequivocamente se imponha defender o surf e a generalidade dos surfistas portugueses face a interesses que ataquem a integridade e o bom nome do desporto e dos seus praticantes, ou que ameacem o meio natural onde estes exercem a sua atividade de eleição.

 

4- A SURFPortugal pauta as suas escolhas editoriais por critérios de atualidade, interesse informativo e qualidade, numa incessante busca de um ponto de equilíbrio ideal entre os desejos e as necessidades do seu público.

 

5- A SURFPortugal tem na defesa do ambiente, de modo geral, e dos oceanos, de modo particular, uma das suas pedras basilares, advogando não só a preservação dos recursos naturais do planeta, mas também a elevação das regiões que albergam ondas de qualidade excepcional ao estatuto de zonas de natureza protegida, segundo a perspectiva de uma ética ambiental que vê o mundo natural para lá da sua função utilitária, reconhecendo-lhe valores espirituais intrínsecos aos quais o ser humano, sendo parte integrante deste mundo, não pode escapar nem alhear-se.

 



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