Fiji Pro: Conhecidos os heats da ronda inaugural e com o draw já completo

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Cloudbreak já está em ebulição para receber os melhores do Mundo. Foto: WSL

 

Estamos a menos de duas semanas do arranque da quinta etapa do World Tour 2016 e os melhores surfistas do Mundo já se preparam para rumar às Fiji. A pesada e aclamada esquerda de Cloudbreak vai ser o palco principal do Fiji Pro, que tem um período de espera de 5 a 17 de junho. E o heat draw da ronda inaugural já é conhecido.

 

Depois de um Oi Rio Pero cheio de ausências, algumas das estrelas da elite mundial estão de regresso à ação. O destaque vai para Mick Fanning, que interrompe assim a sua "pausa", Kelly Slater, que legou questões pessoais para não ir ao Brasil, Joel Parkinson, que padeceu de uma "estranha" lesão, e ainda Taj Burrow, que vai dizer adeus à competição após este evento.

 

Desta forma, os únicos ausentes são os lesionados Bede Durbidge e Owen Wright, que continuam a tentar recuperar das graves lesões sofridas no ano passado. Sebastian Zietz e Stu Kennedy serão os substitutos. Uma vez que se retirou oficialmente do Tour após Margaret River, Taj vai competir em Cloudbreak com um wildcard. O outro pertence ao local Tevita Gukilau, que venceu os trials. Dessa forma o draw já está completo.

 

Caso não exista alguma baixa de última hora, os heats da ronda inaugural já estão definidos. O campeão mundial Adriano de Souza continua como top seed número 1 e terá pela frente o compatriota Miguel Pupo e Tevita Gukilau no heat 6. De forma surpreendente, o seeding número 2 é do também brasileiro Italo Ferreira, que se irá estrear nas Fiji frente ao australiano Josh Kerr e ao compatriota Alex Ribeiro.

 

Será já perto do final da ronda que acontecerá o duelo mais prometedor desta fase do Fiji Pro. O australiano Joel Parkinson enfrentará dos norte-americanos Kolohe Andino e Kelly Slater. Um elenco de peso, que colocará na água 12 títulos mundiais – 11 são de Slater... O mais surpreendente é o facto do King ir de branco na bateria. Depois de um péssimo arranque de ano, KS encontra-se no 35.º posto do ranking e com um seeding muito baixo.

 

Esta vai ser uma paragem muito importante, uma vez que estamos a chegar ao meio do ano e marca a passagem do circuito para a perna Pacífico. Depois dos point breaks australianos, onde as direitas reinaram, e dos beach breaks brasileiros, chegou a vez dos melhores do Mundo se provarem em alguns dos mais temidos reef breaks. E acreditem que o paradigma deste Tour vai mudar.

 

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