Calendário do WQS perde Açores e ganha oito eventos na Indonésia

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WSL vai manter-se nos Açores, mas com uma nova competição de cariz mundial. Foto: WSL/Poullenout


A WSL já disponibilizou o ficheiro provisório para o calendário de todos os circuitos em 2018. Uma das grandes mudanças no que diz respeito a Portugal vai ser a perda do QS6000 que se realizava nos Açores. No entanto, São Miguel vai continuar a receber uma prova da WSL na mesma altura (18 a 23 de setembro). A etapa única do estreante Mundial de Masters vai ser nas ondas açorianas e tem uma premiação total de 178 mil dólares.

 

Nas restantes provas portuguesas há poucas alterações, somente de datas. Portugal continua com o QS1000 da Caparica (masculino e feminino), que passa para o final de março. O QS3000 masculino continua em Santa Cruz, no final de abril. Cascais mantém-se como QS10000 masculino no final de setembro. Também continuam os Pro Juniores de Caparica e Espinho, mas este passa para março - Sopelana e Biscarrosse são, para já, as outras etapas do ciruito europeu júnior. No circuito mundial de Longboard mantém-se a etapa da Caparica e a prova nortenha passa de Gaia para Espinho.

 

Quanto ao circuito masculino e feminino do WQS existem bastantes novidades, sobretudo com entradas de vários eventos na Indonésia. No entanto, é bom frisar que estes eventos ainda não estão confirmados oficialmente, estando ainda de forma provisória no calendário. A temporada do WQS masculino abre em Israel, que passa de QS1500 para QS3000 e perde o evento feminino. Depois, ainda no calendário europeu, há um novo QS1500 masculino e feminino em Tenerife, no final de janeiro.

 

Registo ainda para a entrada de um QS1000 em Huanchaco, no Peru, em fevereiro, e em Morro Bay, Califórnia, em março. Vai haver um novo QS1500 em Pichilemu, no Chile, em abril. Nesse mesmo mês registo para um novo QS1000 em Ventura, na Califórnia. No final de abril regressa o QS1500 em Keramas. Em maio estão programados mais dois novos QS1500, um nas Mentawai, na Indonésia, e outro em Iquique, no Chile.

 

Uma das maiores novidades é o regresso ao calendário de um QS6000 em Aragam Bay, no Sri Lanka, em junho. Nesse mesmo mês há um novo QS1000 em West Sumbawa, na Indonésia, e no mês seguinte é em Nias, também na Indonésia. Já em Agosto é West Java a receber um novo QS1000, que acontece antes do já existente e que passa a QS1500. Ainda na Indonésia há mais um QS1000 marcado para o início de setembro em Simelue Islands e outro em Boa Beach, Rote Island, a meio de setembro.

 

Depois há um novo QS3000 masculino e feminino no Japão, em outubro, o Japan Open. E novamente na Indonésia, registo para a entrada de um QS1000 em Lakey Peak, em outubro. Há ainda o regresso do O'Neill Cold Water Classic em Steamer Lane, na Califórnia, como QS1000, em outubro, e também o regresso do QS1500 na Praia do Forte, no Brasil, no mesmo mês. Outra das grandes novidades é o regresso de Maresias a QS10000, no final de outubro.

 

Já o calendário feminino também conta com várias novas adições, muitas delas iguais às dos homens, sobretudo na Indonésia. No entanto, destaque para o desaparecimento do WQS em Israel. Depois há um novo QS6000 em Sebastian Inlet, na Califórnia, em janeiro. Basse Point, na Martinica, passa a receber também um QS3000 feminino, em março. Há ainda um novo QS1500 em Maresias, em junho, e outro QS1500 em Saquarema, em outubro.

 

Por fim, destaque para a entrada da Rip Curl Cup, em Padang Padang, na Indonésia, para o calendário de eventos especiais da WSL. Houve ainda espaço para o aumento do prize money no World Tour e WWT do próximo ano. As etapas dos homens passam de um prize money de 579 mil dólares para 607,8, numa subida de cerca de 30 mil dólares. Já as etapas femininas passam de 289,5 para 303,9 mil dólares, o que corresponde a metade da premiação masculina.



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