Kikas em Pantín a aquecer para Trestles e só cinco portugueses garantidos nos Açores

4083cd6c3e45aa27449b38e7e333032e
Frederico Morais vai guiar a armada lusa no QS6000 galego. Foto: WSL

 

Arranca já na próxima semana, depois de concluída a terceira etapa da perna europeia do WQS em Anglet, o Pull&Bear Pantin Classic Galicia Pro, etapa QS 6000 que vai levar alguns dos melhores surfistas do Mundo às ondas da Galiza. Entre eles Frederico Morais, que é o top seed número 2 do evento espanhol.

 

Kikas vai assim aproveitar esta prova, que se desenrola de 29 de agosto a 3 de setembro para aquecer os motores para a etapa do World Tour em Trestles, que arranca no dia 6 de setembro. O rookie português é um dos oito surfistas do World Tour que estão na lista de inscritos para Pantín, juntando-se a ele Kanoa Igarashi, Miguel Pupo, Ethan Ewing, Jadson Andre, Ian Gouveia, Jack Freestone e Leo Fioravanti.

 

Quem também garantiu entrada direta para a segunda ronda, tal como Kikas, foi Vasco Ribeiro, fruto do bom posicionamento que tem no ranking. Ainda assim, a armada lusa na competição masculina não será tão grande quanto isso, uma vez que apenas Pedro Henrique conseguiu entrada direta no evento, juntamente com Frederico e Vasco.

 

No entanto, há ainda esperança para mais três surfistas. Tomás Fernandes é o quarto alternate, Miguel Blanco o décimo e Nic von Rupp o 16.º, esperando todos por eventuais desistências para saber se conseguem uma vaga no campeonato. Guilherme Fonseca, Jácome Correia, Francisco Carrasco, Eduardo Fernandes, Luís Perloiro, Pedro Coelho e Marlon Lipke também estão em lista de espera, mas em situação mais difícil de entrada.

 

Já na prova feminina, que também tem estatuto de QS6000, a bicampeã nacional Carol Henrique conseguiu estatuto de top seed, entrando diretamente para a segunda ronda do evento espanhol, onde vão estar em ação seis surfistas do WWT: Silvana Lima, Tatiana Weston-Webb, Keely Andrew, Bronte MaCaulay, Pauline Ado e Coco Ho.

 

As outras portuguesas em prova serão Teresa Bonvalot e Camilla Kemp e vão iniciar as suas prestações na ronda inaugural. A algarvia Yolanda Hopkins está na lista de alternates, mas longe de lugares que aspirem a entrada no evento. Dessa forma, a armada lusa será composta por um total de seis surfistas (três homens e três mulheres), podendo ainda aumentar em caso de desistências.

 

Logo na semana seguinte o circuito WQS vai até aos Açores para mais um QS6000, desta vez apenas masculina, uma vez que o QS1500 feminino caiu em relação ao ano passado. E apesar de estarmos a jogar em casa, para já apenas cinco surfistas estão confirmados entre os que tiveram entrada dirta.

 

Kikas já não estará em ação nos Açores. Nem ele nem qualquer surfista do Tour, uma vez que a etapa açoriana começa um dia antes do WCT de Trestles. Dessa forma, Vasco Ribeiro será o líder da armada lusa, tendo entrada direta para a 2.ª ronda, tal como o wildcard açoriano Jácome Correia. Os outros wildcards da WSL serão o costa-riquenho Carlos Muñoz e o canário Jontahan Gonzalez.

 

Já na ronda inaugural vão estar Pedro Henrique, Tomás Fernandes e Miguel Blanco. Para esta ronda a WSL concedeu wildcards ao brasileiro Thiago Camarão e ao francês Titouan Boyer, faltando ainda conhecer o outro wildcard que pertence à organização. Nic von Rupp também se poderá juntar ao elenco, uma vez que é o quinto da lista de alternates. Francisco Carrasco, Eduardo Fernandes, Luís Perloiro, Pedro Coelho e Marlon Lipke também estão em lista de espera, mas mais longe dos lugares de entrada.

 

O período de espera do Azores Airlines Pro arranca a 5 de setembro e prolonga-se até dia 10 do mesmo mês, trazendo até às ondas portuguesas a nata do circuito de qualificação mundial. Dos Açores o circuito WQS segue para Marrocos, onde se realiza um QS1500, e depois regressa a Portugal para o Cascais Billabong Pro, que se realiza no final de setembro e é o último QS10000 antes da decisiva perna havaiana de qualificação para o World Tour 2018.



BLOG COMMENTS POWERED BY DISQUS

FOTOGALERIAS